domingo, 2 de março de 2014

O tempo não é uma medida. Um ano não conta, dez anos não representam nada ...Ser ... não significa contar, é crescer como a arvore que não apressa a sua seiva e resiste, serena aos grandes ventos da primavera, sem temer que o verão possa não vir . O verão há de vir. Mas so vem para aqueles que sabem esperar, tão sossegados como se tivessem na frente a eternidade. Aprendo todos os dias, a custa de sofrimentos que abençoo: a Paciencia é tudo . 

( R.M.Rilke )

Vamos ??????

Meditação da Mulher MONUMENTOS SOBRE A AREIA



Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha. Mateus 7:24

Não muito longe de Lincoln, no estado do Kansas, um estranho grupo de estátuas se ergue em um velho cemitério. Um fazendeiro local chamado John Davis erigiu-as. Quando a esposa faleceu, ele encomendou os serviços de um profissional para esculpir uma estátua dele e da esposa assentados em um banco. Não satisfeito, ele encomendou uma segunda estátua. Esta era dele mesmo ajoelhado junto à sepultura de sua esposa. Insatisfeito ainda, ele encomendou uma terceira. Desta vez, de sua esposa ajoelhada junto à sua futura sepultura. John Davis gastou quase 250 mil dólares em suas estátuas. Quando era solicitado a ajudar alguma causa comum na pequena cidade, um hospital, uma escola ou um parque para crianças, ele se tornava hostil, alegando que a cidade nunca fizera nada por ele.

John Davis morreu aos 92 anos, pobre, dependendo da caridade pública. Em seu funeral, poucas pessoas compareceram. Apenas um indivíduo parecia realmente triste – Horace England, o escultor. Hoje, as estátuas erigidas por Davis estão curiosamente afundando no solo petrolífero do Kansas, vítimas do tempo, do vandalismo e do desinteresse. Tais estátuas são a triste lembrança de uma vida gasta em preocupações egoístas e fúteis.

E você, o que está construindo? Onde está colocando o fundamento de suas construções? Jesus encerra o Sermão da Montanha contando a parábola das duas casas, uma sobre a rocha e outra sobre a areia (Mt 7:24-27). A parábola ilustra a obediência ou a desobediência à Sua Palavra. Nossa opção não é entre construir ou não construir. Todos estamos "construindo". Não há como fugir disso. O verdadeiro alicerce na parábola é a obediência. Obediência é a prova final de nossa fé. Como é fácil aprender um vocabulário religioso, textos bíblicos e hinos ficando limitados à aparência da construção sobre a areia.

Os dois homens da história tinham elementos em comum. Eles queriam construir uma casa, e ambos a fizeram de forma a parecer bela e forte. Porém, quando veio o julgamento – a tempestade – uma delas caiu. Qual a diferença? O alicerce. Precisamente aquilo que não podemos ver. Nos dias de sol, as duas casas podem parecer iguais. Mas os ventos, as chuvas e os rios revelarão onde construímos.






Meditação Matinal DANIEL, SERVO DO ALTÍSSIMO



Disseram, pois, estes homens: Nunca acharemos ocasião alguma para acusar a este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus. Daniel 6:5

Daniel é um daqueles personagens da Bíblia que nos impressionam por sua fidelidade a Deus. Na abertura do livro, somos informados de que "resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei" (Dn 1:8). Embora alguns gostem de enfatizar a segunda parte do texto, discutindo a preocupação com a dieta alimentar, o que me impressiona é a primeira seção, focalizando sua decisão que antecede as prováveis dificuldades na corte de Babilônia. Daniel não é do tipo de deixar decisões importantes para o momento da tentação. Quando ela chega, ele já sabe o que fazer. Outro aspecto do caráter de Daniel é evidente no texto de hoje. Mesmo sob a observação de inimigos, nada pode ser encontrado contra ele.

O capítulo 3 do livro de Daniel é paralelo com o capítulo 6. Primeiro, três figuras solitárias, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, os amigos de Daniel, erguem-se na planície de Dura, enfrentando a ameaça da fornalha ardente. Uma pergunta comum é: Onde estava Daniel então? Não sabemos, e isso realmente não importa. Quando sua hora de teste chega, ele se comporta à altura de seus amigos. Daniel sabia da ameaça dos inimigos. Em 30 dias, ninguém poderia fazer nenhuma petição a qualquer deus, apenas ao rei (ver Dn 6:7). Não se trata de um pecado que ele não quer cometer, mas de um dever que ele não pode deixar de cumprir. Seus amigos se recusaram a prestar homenagem idolátrica. Daniel, por sua vez, recusa-se até mesmo a omitir ou ocultar sua adoração ao Deus verdadeiro.

Os inimigos contavam com a integridade de Daniel. E não foram decepcionados. O que faria você no lugar dele? Alguns, provavelmente, encontrariam razão para racionalizar a conduta, pensando: "Fecharei a janela; afinal, Jesus não disse que é assim que devemos orar?"
Outros poderiam se desculpar da seguinte maneira: "Poço orar mentalmente. Por que me expor ao perigo?" Mas a questão é outra: Por quanto tempo Daniel orava daquela forma? Provavelmente por mais de 60 anos. Sua atitude não era nova, muito menos uma encenação para impressionar. Mudar naquele momento seria equivalente a adotar a essência do decreto: submissão ao capricho humano. Este exemplo da história bíblica brilha como modelo de uma lealdade que não negocia nem transige. Representa um poderoso desafio à nossa fé, por vezes tão vacilante e incerta.






sábado, 1 de março de 2014

Pra Vc .....






fuiiiiiiii ...... 





Quero ser feliz ...


Reflexões em 1 Coríntios - Galardão



1 Coríntios 3:13 - A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. 

Chegará o dia na história da redenção em que o Senhor irá recompensar cada cristão pelo trabalho que foi prestado ao reino de Deus. Nesse dia, o Senhor avaliará a motivação por trás de cada obra praticada pelos seus fiéis. Não será um juízo para salvação, mas para galardoar cada um de acordo com a sua obra.

Aqueles que empregaram os melhores materiais para edificar sobre o fundamento receberão a sua recompensa. O ouro e as pedras preciosas passam pelo teste do fogo sem perderem as suas propriedades, simbolizando os cristãos que perseveram fielmente na doutrina do Senhor, andando no amor e na simplicidade do evangelho. Já aqueles que foram desleixados e que edificaram com madeira, capim e palha verão o fogo consumir suas obras, o que simboliza aqueles que não tiveram como objetivo de vida a glória de Deus. Esses serão salvos, mas ficarão sem recompensa!

Que avaliemos com sinceridade a forma como temos conduzido nossa vida diante do Senhor, e nos esforcemos para sermos zelosos em tudo o que fizermos, para que o nome dEle seja exaltado por nossas vidas.

Quem Duvida É Como As Ondas



Tiago 1:6 - Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte. 

A dúvida bloqueia nossa comunhão com Deus e impede o divino movimento abençoador dentro de nós. Diz Tiago “Porém, peçam com fé e não duvidem de modo nenhum – pois quem duvida é como as ondas do mar, que o vento leva de um lado para o outro” (Tiago 1:6).

A imagem usada por Tiago sugere um barco no oceano. Sem o benefício de um leme, barcos ficam à mercê das ondas repetitivas. Barcos sem leme não vão a lugar nenhum, não importando as boas intenções dos tripulantes.

Oração sem fé é como barco sem leme. Nossa vida cristã deve seguir o rumo ditado pelo Espírito de Cristo. Em nossa vida, aqui neste mundo, o Senhor não nos garante um mar tranquilo. O que Ele nos garante é intempéries. Só que, junto com as tempestades, ele garante rumo certo, quando praticamos a oração feita com fé. Oração com fé, diz a Bíblia, é aquela que não se limita aos nossos interesses imaturos. Oração com fé suplanta a dúvida porque se baseia no desejo “seja feita a Tua vontade” (Lucas 22:42). Esta oração de Jesus, no Monte das Oliveiras, é a atitude que garante a saúde de nossa fé.

Provações, Fé, Perseverança


Tiago 1:3 - Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência. 

A perseverança é uma das qualidades mais valorizadas pela Bíblia. Uma das maneiras poderosas usadas pelo Senhor para nos fazer perseverantes é ensinada por Tiago: “Pois vocês sabem que, quando a sua fé vence essas provações ela produz perseverança” (Tiago 1:3).

A Carta aos Hebreus, ao nos revelar a excelência e a unicidade de Cristo, aponta para a Sua constância: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre” (Hebreus 13:8). A segurança de nossa salvação se apoia no fato de que “Deus é fiel” (I Coríntios 10:13).

Neste mesmo texto de I Coríntios, Paulo nos explica a dinâmica espiritual das provações, da fé e da perseverança. Porque Deus é fiel,

Ele não permitirá que soframos tentação além da nossa capacidade de suportá-la. E mais, com a tentação acontecendo, Deus dá forças para suportar e para sair dela. Em outras palavras: é o Senhor quem valoriza nossa fé em Cristo, quem nos fortalece quando enfrentamos as naturais provações da vida, quem nos garante a perseverança de nossa comunhão com Ele. Eis a trilogia: provações, fé, perseverança.